O roubo das uvas
Por Leonardo 5º ano
Meu pai, seus primos e amigos, tinham o costume de sair em busca de aventuras. Quando era época de uvas maduras o maior divertimento era combinar entre eles para ir nos vizinhos em busca das uvas. Cada vez que iam, inventavam uma forma de chegar até o local para que não fossem pegos em flagrante.
Certa vez um deles foi até a casa do dono das uvas para conversar enquanto os outros atacavam o parreiral. Eles combinavam mais ou menos um tempo para que ele ficasse conversando e depois se reunirem em outro lugar combinado para comer as uvas.
Certo dia apenas vigiaram os cachorros e chegaram delicadamente até o parreiral, mas quando estavam comendo as uvas, os cães começaram a latir. O dono ouvindo o barulho, pegou sua lanterna e foi em direção à parreira. No maior atropelo e medo de serem pegos, subiram em cima dos arames que sustentavam a plantação, por sorte ela era extensa e densa com muitas folhas. O dono iluminou por baixo de toda aquelas uvas e não tinha ideia de onde os garotos foram parar. Por não te-los visto foi embora deixando o parreiral a mercê dos comilões.
Em outro dia eles aprontaram outra. Foram até um senhor laçador que tinha muitos cavalos, eles combinaram cortar a crina do melhor cavalo do dono. Chegando até o local, entraram no curral e começaram o divertimento. Depois de cortarem a crina pegaram um spray com o nome azulão e espirraram, o cavalo ficou todo pintado. Quando terminaram a aventura foram para casa morrendo de rir.
E como essa aventura eles tinham o costume de praticar várias, como: roubar melancias, tosar cola e crinas de cavalo, chupavam cana nos canaviais dos vizinhos. E pelo que consta, nunca foram pegos.
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